Igor Gadelha

Ministro da Secom, Sidônio Palmeira, se irritou com estratégia de Flávio Bolsonaro de permanecer atrás de Lula durante as falas do petista

Carolina Nogueira, Igor Gadelha

18/10/2026 22:28, atualizado 18/10/2026 22:29

Renato Pizzutto/Band

Um momento de tensão entre as campanhas do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) marcou um dos intervalos do debate da Band, na noite do domingo (18/10).

O ministro da Secom de Lula, Sidônio Palmeira, chegou a ter uma discussão com ânimos exaltados com o jornalista Fábio Portela, chefe da comunicação da campanha de Flávio.

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Ministro da Secom, Sidônio Palmeira
Hugo Barreto/Metrópoles
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Lula
Renato Pizzutto/Band
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Lula e Flávio Bolsonaro
Renato Pizzutto/Band
O ministro de Lula conversava com uma mulher no palco, quando foi abordado pelo assessor de Flávio. Sidônio, então, reagiu e pediu que Portela não encostasse nele.
“Não encosta em mim, que eu não quero falar com você”, afirmou o chefe da Secom.
O clima esquentou, e a equipe da Band precisou afastar o ministro. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, amigo pessoal de Lula, também atuou para evitar a confusão.
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Sidônio já estava incomodado com a estratégia de Flávio de permanecer atrás de Lula durante as falas do petista. Pelas regras do debate, os candidatos podiam circular livremente pelo palco.
Segundo apurou a coluna, Flávio foi treinado para permanecer no enquadramento de Lula. A estratégia foi adotada em uma tentativa de constranger o adversário.
A tensão voltou a aparecer nas considerações finais. Irritado ao ver Flávio novamente atrás do presidente, Sidônio se levantou e gritou: “Flávio, sai de trás do Lula”.
A manifestação do ministro acabou interferindo no trecho final da fala de Lula no debate.

