Eles não substituem acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, mas podem contribuir para compreender sentimentos e reconhecer comportamentos

Setembro Amarelo: livros para cuidar da saúde mental — Foto: Pexels

Falar sobre saúde mental também é uma forma de cuidado. Durante o Setembro Amarelo, o tema ganha ainda mais espaço, ajudando a ampliar o diálogo sobre acolhimento e a importância de buscar ajuda quando necessário.

Livros podem ser bons aliados nesse processo. Eles não substituem acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, mas podem contribuir para compreender sentimentos, reconhecer comportamentos e encontrar diferentes perspectivas a fim de lidar com momentos difíceis. Em alguns casos, a leitura também pode abrir espaço para refletir sobre questões que nem sempre são fáceis de colocar em palavras.

Pensando nisso, Glamour separou alguns títulos que abordam saúde mental, emoções, autoconhecimento e diferentes desafios da vida. Confira!

A arte de se sentir melhor: Sua saúde mental em dia

A arte de se sentir melhor: Sua saúde mental em dia — Foto: Divulgação

Ficar bem pode não ser tão simples quanto parece. A partir da própria jornada pela terapia, Matilda Heindow, ilustradora por trás da @crazyheadcomics, reúne técnicas e ferramentas que a ajudaram a lidar com pensamentos negativos, autossabotagem e sentimentos difíceis. Um livro acolhedor sobre saúde emocional e a importância de tratar a si mesmo com mais gentileza.

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A voz na sua cabeça: como reduzir o ruído mental e transformar nosso crítico interno em maior aliado

A voz na sua cabeça: como reduzir o ruído mental e transformar nosso crítico interno em maior aliado — Foto: Divulgação

A Voz na Sua Cabeça, do neurocientista e psicólogo Ethan Kross, investiga como o diálogo interno pode influenciar emoções, decisões e bem-estar mental. A partir de pesquisas científicas, estudos de caso e histórias reais, o autor mostra como pensamentos negativos e espirais de ansiedade podem ser transformados em ferramentas de equilíbrio emocional, sem a necessidade de silenciar a própria mente.

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Cartas de um terapeuta para seus momentos de crise

Cartas de um terapeuta para seus momentos de crise — Foto: Divulgação

Cartas de um Terapeuta reúne textos em que sentimentos como saudade, medo, tristeza e esperança ganham voz em cartas delicadas e poéticas escritas por Alexandre Coimbra Amaral. Com uma linguagem sensível e acolhedora, a obra propõe reflexões sobre emoções, autoconhecimento e vulnerabilidade, convidando o leitor a enxergar dores e limitações não como ponto final, mas como parte de uma trajetória de transformação e significado.

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Café com Freud e Lacan - A dor de existir

Café com Freud e Lacan - A dor de existir — Foto: Divulgação

No terceiro volume da série, a psicanalista Fabiana Ratti investiga a dor emocional e os desafios da saúde mental no século XXI. A partir de conceitos da psicanálise e de exemplos clínicos, aborda temas como ansiedade, depressão, burnout e síndrome do pânico, além das perdas, mudanças e inseguranças que atravessam diferentes fases da vida. Inspirada em tragédias de Sófocles e Nelson Rodrigues, a autora relaciona conflitos sociais, familiares e psicológicos presentes no consultório contemporâneo.

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Talvez você precise conversar com alguém

Talvez você precise conversar com alguém — Foto: Divulgação

Talvez Você Deva Conversar com Alguém mistura relatos de pacientes com a própria experiência da terapeuta Lori Gottlieb ao buscar ajuda para lidar com uma crise pessoal. Com sensibilidade, humor e reflexões sobre medo, culpa, ansiedade e relações humanas, a autora mostra que terapeutas também enfrentam fragilidades e questionamentos, em uma narrativa sobre escuta, autoconhecimento e a capacidade de transformar a própria vida.

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A geração ansiosa: Como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais

A geração ansiosa: Como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais — Foto: Divulgação

A Geração Ansiosa analisa o aumento expressivo de transtornos como ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes desde os anos 2010, relacionando esse cenário à transição da infância baseada no brincar para uma infância marcada pela hiperconectividade e pelo uso constante de telas. O psicólogo social Jonathan Haidt discute como mudanças no comportamento digital impactam o desenvolvimento social e emocional dos jovens, afetando sono, atenção e relações sociais, além de explorar diferenças de impacto entre meninos e meninas. A obra também propõe caminhos práticos para famílias, escolas, empresas e governos diante desse cenário, com foco na redução dos danos psicológicos e na reconstrução de uma infância mais equilibrada.

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