São Paulo — Um empresário de 47 anos de Aguaí, interior de São Paulo, foi preso nesta quarta-feira (14/10), no âmbito da Operação Bifronte, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (Ficco-MG), por envolvimento em uma organização investigada por tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.A PF apurou que o grupo investigado comprava drogas da Bolívia e do Peru, agia no transporte e distribuição dos entorpecentes em território nacional, além da movimentação de recursos e da ocultação patrimonial.A Justiça expediu 23 mandados de prisão, 20 de busca e apreensão e três de recolhimento domiciliar com monitoramento eletrônico contra os alvos nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Goiás, Santa Catarina e São Paulo, como foi o caso do empresário.A identidade do empresário não foi divulgada. O homem foi capturado por policiais federais e do 10° Batalhão de Operações Especiais (Baep), no Jardim Flaboyant, em Aguaí, interior paulista.Durante as buscas, nenhum item ilícito foi encontrado. Contudo, dois celulares e um carro foram apreendidos. A prisão temporária e as ordens judiciais de busca e apreensão foram acompanhadas pelo advogado do empresário. Leia também Mirelle PinheiroTráfico internacional: operação prende 23 pessoas e bloqueia R$ 187 milhões São PauloHomem é preso escondido em banheiro após matar amigo com garrafada no rosto São PauloMotorista de app foge de assalto após aceitar falsa corrida: “Traumatizada” Vinicius PassarelliAntídoto contra “influencers”: empresários pregam voto distrital a Flávio Interpol e bloqueioNa decisão da Justiça Federal, além dos mandados de prisão temporária e busca e apreensão, foi determinada a inclusão de duas pessoas na Difusão Vermelha da Interpol — a polícia internacional — e a transferência de dois dos principais investigados para o sistema penitenciário federal.As medidas incluem o sequestro de patrimônio de até R$ 187 milhões, envolvendo 69 pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de 11 imóveis e de uma aeronave.Os investigados poderão responder, conforme suas respectivas participações, pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.








